
quarta-feira, 25 de janeiro de 2012
Floral Íris: é preciso recriar sempre !
Moreno, criador do Psicodrama, apontou a criatividade como um fator inerente aos seres humanos e a vida é uma criação constante. Nos recriamos todos os dias, se assim despertos. Há quanto tempo você deixou de fazer algo novo e diferente em sua vida? Se hoje, você pode dizer que a rotina "te pegou" e não alimenta nenhum olhar novo para velhas coisas, está na hora de interagir com o padrão da Essência Floral IRIS do sistema da california criado por Kaminsky e Katz. Íris com suas lindas e vibrantes cores, nasce no norte da California em solos pantanosos. Inspiração e criativiadade, talento artístico e perspectiva radiante da vida e de tudo ao redor é o que este Floral trazem à consciência. A base quântica dos estudos Florais retratam claramente o que dizemos aqui.Todos nós somos portadores do talento de criar, mas por muitas razões, este "talento" fica escondido, apagada, aprisionado e desfocado à nossa consciência. Através da informação de que esta qualidade existe na sua consciência, o floral desperta os reconditos do inconsciente e aviva a qualidade. Observe o que sente e passa a realizar após o contato com esta Essência. Peça às pessoas ao seu redor que o observem e lhe contem. Sinta-se feliz em poder mudar através de seu olhar, sua realidade. Realize ! ! Está aí uma boa afirmação para você !
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terça-feira, 24 de janeiro de 2012
2012 e a jornada com Edward Bach continua...
O tempo pode passar e algumas coisas, especialmente as verdadeiras ficam !!Não há como negar: as flores são uma fonte inesgotável de beleza e admiração ! São cores, formas, perfumes tudo forma um cenário que nos transporta. E o que dizer então dos Florais ? Essências criadas pelo médico inglês Edward Bach e que hoje são efetivamente um dos maiores ramos da Medicina Integrativa. Crescer e viver através do propósito é o que faremos cada vez mais. Aqui, alí e em todos os lugares !!!

BEM VINDOS !!!!
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terça-feira, 25 de outubro de 2011
Psicodrama: o Papel do Diretor

A prática psicodramática é composta por 5 instrumentos: diretor, ego auxiliar, protagonista, público e cenário.
Qual é o papel do Diretor ?
Deve ser o membro mais espontâneo e desafiador do grupo
Deve ter consciência de suas necessidades psicodramáticas, sem contraposição às de seus protagonistas, observar os valores e crenças.
A postura não é de analista, mas de um amante da humanidade, disponibiliza seu equipamento emocional e seu intelecto, um ser humano junto a outro ser humano; um companheiro de jogo.
Prioriza o processo de aquecimento do protagonista, procurando estimulá-la e orientá-la para que se concentre na ação e na interação.
A consciência do direito a respeito de sua realidade suplementar , estimula-o a acompanhar sem medo o protagonista quando este adentra a realidade suplementar.
Marcia Fernandes é Psicoterapeuta Psicodramatista - Grupos terapêuticos
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Psicodrama
sábado, 27 de agosto de 2011
27 de agosto Dia do Psicólogo
“Sejam espontâneos, criativos, humanos e divinos. Espalhem Deus no mundo, tal como eu fiz.”
Jacob Levy Moreno, pai do Psicodrama
e de autor desconhecido....
"Ψ Psicólogo não Adoece, Somatiza
Ψ Psicólogo não Transa, Libera a Libido
]Ψ Psicólogo não Estuda, Sublima
Ψ Psicólogo não dá Vexame, Surta
Ψ Psicólogo não Fofoca, Transfere
Ψ Psicólogo não tem Idéia, Tem Insight
Ψ Psicólogo não resolve Problemas, fecha Gestalts
Ψ Psicólogo não se Engana, tem Ato Falho
Ψ Psicólogo não muda de Interesse, Altera Figura Fundo
Ψ Psicólogo não Fala, Verbaliza
Ψ Psicólogo não Conversa, Pontua
Ψ Psicólogo não Responde, Devolve a Pergunta
Ψ Psicólogo não Desabafa, Tem Catarse
Ψ Psicólogo não pensa Nisso, Respira Nisso
Ψ Psicólogo não é Indiscreto, é Espontâneo
Ψ PSICÓLOGO NÃO É GENTE, É UM ESTADO DE ESPÍRITO Ψ "
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Árvores em flor
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Árvores e plantas brasileiras
quinta-feira, 30 de junho de 2011
Grandeza...
"Grande é apenas aquele que se sente igual aos outros, pois a maior grandeza que possuímos é aquilo que compartilhamos com todos os seres humanos. Quem sente essa grandeza dentro de si e a reconhece se sabe grande e, ao mesmo tempo, conectado a todos os outros seres humanos. Quando alguém reconhece tal grandeza dentro de si, também a reconhece em todos os outros seres humanos e sabe e sente ser igual a eles... "
Bert Hellinger (parte de um texto extraído do livro Liberados somos concluídos)
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quarta-feira, 29 de junho de 2011
O olfato é fundamental para a qualidade de vida
A lavandula angustifolia ou lavanda verdadeira é uma espécie de ícone da Aromaterapia, uma ciência que estuda os efeitos fisícos e psíquicos dos óleos essenciais nos indivíduos.
"Sentir a fragrância das flores, o cheiro de sua comida predileta, o perfume da pessoa amada é parte essencial dos prazeres da vida. Sentir o cheiro do gás vazando do fogão ou do peixe que está se estragando é essencial à preservação dela. É pelo olfato que o bebê encontra o seio da mãe e é pelo cheiro da fumaça que fugimos do incêndio enquanto é tempo. Mas, apesar de tão importante, pouco mais de 5% das pessoas não sentem cheiro nenhum. Sofrem de anosmia, um mal hereditário. E uma a cada quatro pessoas após os 60 anos também. O ser humano pode distinguir mais de 10 mil cheiros diferentes. Cada um tem sua própria representação em nosso cérebro, conforme a impressão que nos causou. A maioria dessas impressões é coletada quando temos entre 0 e 3 anos de idade, mas nunca paramos de aprender. Nos treinamentos de recuperação, pode-se fazer um programa para recuperar primeiramente o nervo trigêmeo e depois o olfativo. Nesse caso, o paciente receberá para cheirar recipientes contendo os cheiros mais fortes e desagradáveis, como os do amoníaco, da cebola e do alho. As células reagem ao estímulo multiplicando- se e levando mais informação ao trigêmeo, que por sua vez é estimulado a funcionar mais ativamente.Nas sessões de treinamento, repetem-se 30 ou 40 vezes os mesmos exercícios. Entre uma sessão e outra, o paciente deve fazer exercícios em casa".
(texto da revista Planeta)
"Sentir a fragrância das flores, o cheiro de sua comida predileta, o perfume da pessoa amada é parte essencial dos prazeres da vida. Sentir o cheiro do gás vazando do fogão ou do peixe que está se estragando é essencial à preservação dela. É pelo olfato que o bebê encontra o seio da mãe e é pelo cheiro da fumaça que fugimos do incêndio enquanto é tempo. Mas, apesar de tão importante, pouco mais de 5% das pessoas não sentem cheiro nenhum. Sofrem de anosmia, um mal hereditário. E uma a cada quatro pessoas após os 60 anos também. O ser humano pode distinguir mais de 10 mil cheiros diferentes. Cada um tem sua própria representação em nosso cérebro, conforme a impressão que nos causou. A maioria dessas impressões é coletada quando temos entre 0 e 3 anos de idade, mas nunca paramos de aprender. Nos treinamentos de recuperação, pode-se fazer um programa para recuperar primeiramente o nervo trigêmeo e depois o olfativo. Nesse caso, o paciente receberá para cheirar recipientes contendo os cheiros mais fortes e desagradáveis, como os do amoníaco, da cebola e do alho. As células reagem ao estímulo multiplicando- se e levando mais informação ao trigêmeo, que por sua vez é estimulado a funcionar mais ativamente.Nas sessões de treinamento, repetem-se 30 ou 40 vezes os mesmos exercícios. Entre uma sessão e outra, o paciente deve fazer exercícios em casa".
(texto da revista Planeta)
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Aromaterapia
Psicologia positiva: a ciência do otimismo

"Nascida no fim do século 20, a psicologia positiva propõe uma mudança de postura com conseqüências revolucionárias para essa área: estudar tanto o que vai mal como o que vai bem na psique da pessoa, e extrair desse lado saudável os elementos básicos para a curaPor Eduardo Araia
Uma novidade está ganhando força na Psicologia, e seu êxito pode significar uma reviravolta e tanto numa área tão habituada a lidar com o lado escuro da mente humana. Intitulada psicologia positiva, essa corrente se baseia numa mudança básica de perspectiva: em vez de se concentrar nas falhas de seus pacientes, os profissionais preferem focar inicialmente as forças e virtudes dessas pessoas. É a partir daí que os pacientes ganham condições de superar tanto os obstáculos de agora como outros que poderão surgir.
A psicologia positiva é uma reação à tendência do setor de ressaltar apenas os estados e aspectos negativos da psique humana. Essa tendência - baseada na crença de que a virtude e a felicidade são estados inautênticos e, em última instância, a pessoa acaba por voltar a um padrão negativo - vem de muito longe, afirma Martin Seligman, professor de psicologia da Universidade da Pensilvânia, Estados Unidos."Sua manifestação primeira é a doutrina do pecado original. Na sua forma secular, Freud trouxe essa doutrina para a psicologia do século 20, na qual ela se entrincheirou e permanece firme no pensamento acadêmico atual", explica Seligman. (texto extraído da revista Planeta)
Conheça mais sobre este tema através do meu trabalho em sessões de Life Coaching - Marcia Fernandes
Uma novidade está ganhando força na Psicologia, e seu êxito pode significar uma reviravolta e tanto numa área tão habituada a lidar com o lado escuro da mente humana. Intitulada psicologia positiva, essa corrente se baseia numa mudança básica de perspectiva: em vez de se concentrar nas falhas de seus pacientes, os profissionais preferem focar inicialmente as forças e virtudes dessas pessoas. É a partir daí que os pacientes ganham condições de superar tanto os obstáculos de agora como outros que poderão surgir.
A psicologia positiva é uma reação à tendência do setor de ressaltar apenas os estados e aspectos negativos da psique humana. Essa tendência - baseada na crença de que a virtude e a felicidade são estados inautênticos e, em última instância, a pessoa acaba por voltar a um padrão negativo - vem de muito longe, afirma Martin Seligman, professor de psicologia da Universidade da Pensilvânia, Estados Unidos."Sua manifestação primeira é a doutrina do pecado original. Na sua forma secular, Freud trouxe essa doutrina para a psicologia do século 20, na qual ela se entrincheirou e permanece firme no pensamento acadêmico atual", explica Seligman. (texto extraído da revista Planeta)
Conheça mais sobre este tema através do meu trabalho em sessões de Life Coaching - Marcia Fernandes
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Psicologia
Decisão
"O poder de decisão é a principal arma do intelecto, o ponto crítico do “eu”. Quando você se vê diante de uma série de fatos, ou interpretações de fatos, não pode simplesmente optar por um ou por outro. Para evitar diagnósticos equivocados, você precisa analisar os acontecimentos e suas opções à luz do conhecimento, e não à luz de seus desejos, dúvidas ou confusões; não pode também – e principalmente – levar em consideração a opinião dos outros. Pense nisso e tenha claro em sua mente que você quer decidir os rumos da sua vida a partir de você mesmo, das suas experiências, e não a partir de terceiros. (por Brahma Kumaris)

Scleranthus, flor verde e simétrica é o Floral de Bach para os indivíduos que sofrem intimamente com suas dúvidas e indecisões. A conscientização emerge do entendimento de que para ganhar algo, perde-se outro algo e o futuro depende de cada uma das decisões que tomamos hoje. O caminho do meio, do equilíbrio e do coração. Quando seguimos o propósito da vida, amadurecemos e então tomamos o caminho...o melhor caminho
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Terapia Floral
A auto imagem que você tem agora
"Está na hora de cavar um pouco mais fundo e descobrir de que maneira você se vê. A chave que abre a porta de seu potencial é descobrir o que você aprendeu a pensar e sentir a respeito de si mesmo. Com essa descoberta vem a capacidade de mudar seu modo de pensar e comportar-se e de escolher um novo, que resultará em sentimentos mais positivos a respeito de si próprio. O que a pessoa pensa sobre si determina tudo o que ela diz, faz, acredita e sente.... se você acredita que não é fisicamente atraente, seu mundo exterior confirmará essa crença. Em outras palavras, você notará e coletará provas para sustentar sua convicção, como críticas à sua aparência; e, ao mesmo tempo, rejeitará ou ignorará tudo o que não a reforce, como, por exemplo, um elogio... A única maneira de mudar esse condicionamento é a decisão de anular pensamentos e convicções limitadoras, adquiridas no passado. Depende só de você levar uma vida de limitações convencionais e potencial restrito; ou outra diferente, plena de oportunidades ilimitadas e infinitas possibilidades. Sua auto-imagem não é fixa e imutável. Portanto, decida melhorá-la ao mais alto grau, porque essa é uma escolha que você tem. Além de ter uma escolha, você tem a capacidade para realizá-la".
(texto de Fiona Harrol, do livro "Seja o treinador de sua vida")
(texto de Fiona Harrol, do livro "Seja o treinador de sua vida")
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Coaching
‘Viver é subir uma escada rolante pelo lado que desce’.
"Ouvindo essa frase imaginei qualquer pessoa nessa acrobacia que crianças fazem ou tentam fazer: escalar aqueles degraus que nos puxam inexoravelmente para baixo. Perigo, loucura, inocência, ou boa metáfora do que fazermos diariamente.
Poucas vezes me deram um símbolo tão adequado para a vida, sobretudo naqueles períodos difíceis em que até pensar em sair da cama dá vontade de desistir. Tudo o que a gente queria era cobrir a cabeça e dormir, sem pensar em nada, fingindo que não estmos nem aí...
Só que acomodar-se é abrir a porta para tudo isso que nos faz cúmplices do negativo. Descansaremos, sim, mas tornando-nos filhos do tédio...
E o desperdício de nossa vida, talentos e oportunidades é o único débito que no final não se poderá saldar: estaremos no arquivo morto.
Não que a gente não tenha vontade ou motivos para desistir: corrupção, violência, drogas, doenças, problemas no emprego, dramas na família... tudo isso nos sufoca. Sobretudo se pertencemos ao grupo cujo lema é: pensar, nem pensar... e a vida que se lixe.
A escada rolante nos chama para o fundo: não dou mais um passo, não luto, não me sacrifico mais. Pra que mudar, se a maior parte das pessoas nem pensa nisso e vive do mesmo jeito...
Mesmo que pareça quase uma condenação, a idéia de que viver é subir uma escada rolante pelo lado que desce é que nos permite sentir que afinal não somos assim tão insignificantes e tão incapazes...
Então, vamos à escada rolante: aqui e ali até conseguirmos saltar degraus de dois em dois, como quando éramos crianças e muito mais livres, mais ousados e mais interessantes.
E por que não? Na pior das hipóteses caímos, quebramos a cara e o coração, e podemos, ainda uma vez... recomeçar".
(por Lya Luft – Pensar é transgredir – Ed. Record)
Poucas vezes me deram um símbolo tão adequado para a vida, sobretudo naqueles períodos difíceis em que até pensar em sair da cama dá vontade de desistir. Tudo o que a gente queria era cobrir a cabeça e dormir, sem pensar em nada, fingindo que não estmos nem aí...
Só que acomodar-se é abrir a porta para tudo isso que nos faz cúmplices do negativo. Descansaremos, sim, mas tornando-nos filhos do tédio...
E o desperdício de nossa vida, talentos e oportunidades é o único débito que no final não se poderá saldar: estaremos no arquivo morto.
Não que a gente não tenha vontade ou motivos para desistir: corrupção, violência, drogas, doenças, problemas no emprego, dramas na família... tudo isso nos sufoca. Sobretudo se pertencemos ao grupo cujo lema é: pensar, nem pensar... e a vida que se lixe.
A escada rolante nos chama para o fundo: não dou mais um passo, não luto, não me sacrifico mais. Pra que mudar, se a maior parte das pessoas nem pensa nisso e vive do mesmo jeito...
Mesmo que pareça quase uma condenação, a idéia de que viver é subir uma escada rolante pelo lado que desce é que nos permite sentir que afinal não somos assim tão insignificantes e tão incapazes...
Então, vamos à escada rolante: aqui e ali até conseguirmos saltar degraus de dois em dois, como quando éramos crianças e muito mais livres, mais ousados e mais interessantes.
E por que não? Na pior das hipóteses caímos, quebramos a cara e o coração, e podemos, ainda uma vez... recomeçar".
(por Lya Luft – Pensar é transgredir – Ed. Record)
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Manual para subir montanhas

A) Escolha a montanha que deseja subir: não se deixe levar pelos comentários de outros, dizendo “aquela é mais bonita”, ou “esta é mais fácil”. Você irá gastar muita energia e muito entusiasmo para atingir seu objetivo, portanto, é o único responsável, e deve ter certeza do que está fazendo.
B) Saiba como chegar diante dela: muitas vezes, a montanha é vista de longe — bela, interessante, cheia de desafios. Mas quando tentamos nos aproximar, o que acontece? As estradas a circundam, existem florestas entre você e seu objetivo, o que aparece claro no mapa é difícil na vida real. Portanto, tente todos os caminhos, as trilhas, até que um dia você esteja em frente ao topo que pretende atingir.
C) Aprenda com quem já caminhou por ali: por mais que você se julgue único, sempre alguém teve o mesmo sonho antes, e terminou deixando marcas que podem facilitar a caminhada; lugares onde colocar a corda, picadas, galhos quebrados para facilitar a marcha. A caminhada é sua, a responsabilidade também, mas não se esqueça de que a experiência alheia ajuda muito.
D) Os perigos, vistos de perto, são controláveis: quando você começa a subir a montanha dos seus sonhos, preste atenção ao redor. Há despenhadeiros, claro. Há fendas quase imperceptíveis. Há pedras tão polidas pelas tempestades que se tornam escorregadias como gelo. Mas se você souber onde está colocando cada pé, irá notar as armadilhas, e saberá contorná-las.
E) A paisagem muda, portanto, aproveite: claro que é preciso ter um objetivo em mente — chegar ao alto. Mas à medida que se vai subindo, mais coisas podem ser vistas, e não custa nada parar de vez em quando e desfrutar um pouco o panorama ao redor. A cada metro conquistado, você pode ver um pouco mais longe, e aproveite isso para descobrir coisas que ainda não tinha percebido.
F) Respeite seu corpo: só consegue subir uma montanha quem dá ao corpo a atenção que merece. Você tem todo o tempo que a vida lhe dá, portanto caminhe sem exigir o que não pode ser dado. Se andar depressa demais, irá ficar cansado e desistir no meio. Se andar muito devagar, a noite pode descer e você estará perdido. Aproveite a paisagem, desfrute a água fresca dos mananciais e das frutas que a natureza generosamente lhe dá, mas continue andando.
G) Respeite sua alma: não fique repetindo o tempo todo “eu vou conseguir”. Sua alma já sabe disso, o que ela precisa é usar a longa caminhada para poder crescer, estender-se pelo horizonte, atingir o céu. Uma obsessão não ajuda em nada a busca do seu objetivo, e termina por tirar o prazer da escalada. Mas atenção: tampouco fique repetindo “é mais difícil do que eu pensava”, porque isso o fará perder a força interior.
H) Prepare-se para caminhar um quilômetro a mais: o percurso até o topo da montanha é sempre maior do que o que você está pensando. Não se engane, há de chegar o momento em que o que parecia perto ainda está muito longe. Mas como você se dispôs a ir além, isso não chega a ser um problema.
I) Alegre-se quando chegar ao cume: chore, bata palmas, grite aos quatro cantos que conseguiu, deixe que o vento lá em cima (porque lá em cima está sempre ventando) purifique sua mente, refresque seus pés suados e cansados, abra seus olhos, limpe a poeira do seu coração. Que bom, o que antes era apenas um sonho, uma visão distante, agora é parte da sua vida, você conseguiu.
J) Faça uma promessa: aproveite que você descobriu uma força que nem sequer conhecia e diga para si mesmo que a partir de agora irá usá-la pelo resto de seus dias. De preferência, prometa também descobrir outra montanha, e partir para uma nova aventura.
L) Conte sua história: sim, conte sua história. Dê seu exemplo. Diga a todos que é possível e outras pessoas então sentirão coragem para enfrentar suas próprias montanhas.
(texto de Paulo Coelho, artigo publicado no jornal O Globo)
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Quem trabalha bem nunca é egoísta!
Quem trabalha bem, nunca é egoísta; egoísta é quem não trabalha.
Para ter sucesso profissional você precisa obrigatoriamente pensar no outro. Quando pára de pensar no outro, a decadência é inevitável. O trabalho bem feito sempre passa pelo esforço de pensar no próximo! O sucesso profissional está ligado à capacidade de solucionar problemas ou satisfazer as necessidades de alguém.
O indivíduo que sofre uma injustiça precisa de um advogado competente. O empresário que não encontra o caminho para a sua empresa precisa de um ótimo consultor. O executivo super atarefado precisa de uma secretária eficiente que o ajude a dar conta do trabalho. A pessoa que quer ter uma casa nova precisa de um bom engenheiro ou de um arquiteto criativo.
Satisfazer as necessidades do outro ou ajudá-lo a realizar um sonho é o melhor caminho para o sucesso da própria carreira. Um profissional que realmente atingiu o sucesso foi aquele que soube ajudar alguém. Foi aquele que realizou a sua missão mais essencial: servir aos outros com a sua experiência, com seus conhecimento, com as suas competências.
Quando alguém está passando por uma crise profissional é porque abandonou o propósito básico de servir ao próximo. O fracasso não está em não ganhar dinheiro, mas em não saber qual o sentido da vida, qual o sentido do trabalho... Quem não trabalha com entusiasmo, quem não sabe servir, certamente vai fracassar... Por incrível que pareça, o caminho da solução da maioria dos problemas profissionais está em parar de olhar para si mesmo e começar a olhar para o outro.
(Texto de Roberto Shyniashiki, do livro “Você: a alma do negócio”)
Para ter sucesso profissional você precisa obrigatoriamente pensar no outro. Quando pára de pensar no outro, a decadência é inevitável. O trabalho bem feito sempre passa pelo esforço de pensar no próximo! O sucesso profissional está ligado à capacidade de solucionar problemas ou satisfazer as necessidades de alguém.
O indivíduo que sofre uma injustiça precisa de um advogado competente. O empresário que não encontra o caminho para a sua empresa precisa de um ótimo consultor. O executivo super atarefado precisa de uma secretária eficiente que o ajude a dar conta do trabalho. A pessoa que quer ter uma casa nova precisa de um bom engenheiro ou de um arquiteto criativo.
Satisfazer as necessidades do outro ou ajudá-lo a realizar um sonho é o melhor caminho para o sucesso da própria carreira. Um profissional que realmente atingiu o sucesso foi aquele que soube ajudar alguém. Foi aquele que realizou a sua missão mais essencial: servir aos outros com a sua experiência, com seus conhecimento, com as suas competências.
Quando alguém está passando por uma crise profissional é porque abandonou o propósito básico de servir ao próximo. O fracasso não está em não ganhar dinheiro, mas em não saber qual o sentido da vida, qual o sentido do trabalho... Quem não trabalha com entusiasmo, quem não sabe servir, certamente vai fracassar... Por incrível que pareça, o caminho da solução da maioria dos problemas profissionais está em parar de olhar para si mesmo e começar a olhar para o outro.
(Texto de Roberto Shyniashiki, do livro “Você: a alma do negócio”)
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Calor humano será fonte de energia

"Pode parecer coisa de filme de ficção ou então algo muito futurista, mas a estação de trem de Estocolmo, na Suécia, vai reduzir o seu consumo de energia elétrica usando o calor gerado pelo corpo das pessoas que passam por lá todos os dias. A ideia é da construtora sueca Jernhusen e deve economizar até 25% de energia elétrica nesta nova estação. O plano consiste em capturar a energia gerada pelo calor dos corpos por meio de receptores instalados por toda a estação. Este calor aquece uma determinada quantidade de água, que por sua vez, é enviada a um prédio anexo à estação, onde vai gerar a eletricidade necessária para essa economia de energia. Este projeto tem muitas chances de dar certo quando for concluído, em junho de 2012. Todos os dias, mais de 200 mil pessoas passam pela estação central de Estocolmo. O valor total dessa obra é de, nada modestos, 1 bilhão de euros".
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Encontro com Aromaterapia !!!

As alunas Regina e Marta com a profa Michelly de Antroposofia e Profa Marcia Fernandes de Aromaterapia comemorando o final do semestre no curso de Naturologia.
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segunda-feira, 27 de junho de 2011
Bert Hellinger indicado para o Nobel da Paz

NOTÍCIAS DA SUÍÇA!
Confirma-se que dia 1 de fevereiro de 2011 Bert Hellinger, criador das Constelações Familiares e Sistêmicas foi indicado para o Prêmio Nobel da Paz.
O anúncio do vencedor será em outubro de 2011. Sua obra sobre a consciência tem um potencial monumental para promover a paz mundial.
Confirma-se que dia 1 de fevereiro de 2011 Bert Hellinger, criador das Constelações Familiares e Sistêmicas foi indicado para o Prêmio Nobel da Paz.
O anúncio do vencedor será em outubro de 2011. Sua obra sobre a consciência tem um potencial monumental para promover a paz mundial.

"Faz parte da grandeza que eu reconheça em mim aquilo que de especial me foi dado e, ao mesmo tempo, aquilo que é especial em cada outro ser humano. Por isso também o especial é algo comum a todos os seres humanos e une, ao invés de separar, porque também o especial está a serviço do todo. Por isso o especial é mesmo, onde parece ser diferente, no todo, igual a qualquer outro."
OUVIR A PARTIR DO CENTRO
"O ouvido escuta os sons exteriores. A alma escuta o que vem de dentro. Mais precisamente, ela escuta em sintonia com algo maior. Ela percebe quem ouve, quem fala e o que se diz, como conectados e unidos em algo comum. Isso significa ouvir a partir do centro — tanto do próprio centro, quanto do centro do interlocutor e também do centro do ser. Essa escuta não tem opinião, pois a opinião se localiza fora do centro, na superfície mais exterior, no ponto mais afastado do centro. Por isso, ela não tem consistência. É apenas pensada e buscada, não é sentida em profundidade. A opinião separa, em lugar de unir. Por esta razão, quem ouve a partir do centro permanece sem opinião. Quando o interlocutor lhe comunica a sua, ele ouve algo diferente por trás e para além do que foi dito. Por esta razão, ao dizer algo depois dessa escuta, ele pode deixar que a opinião do outro fique onde está. Essa maneira de escutar lhe permite voltar ao centro, levando também, talvez, a outra pessoa a esse centro, que finalmente os une".
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domingo, 26 de junho de 2011
quarta-feira, 22 de junho de 2011
Resiliência: a competência da vez !!
Desert Lily é uma flor do sistema Californiano FES, Flower Essences Society que exprime a beleza da flor que nasce em solo arenoso e rudimentar. A flor tem que tirar o máximo de suas expressões de vida para sobreviver ao meio hostil no qual nasce.Esta vivência nos remete à competência da resiliência.
"Ainda que cada vez mais integrada ao nosso vocabulário, a resiliência é um conceito relativamente novo nas Ciências Humanas, que vem sendo amplamente estudado por especialistas de vários campos, sobretudo na psicologia. Vista num passado recente como uma qualidade nata dos indivíduos, e analisada principalmente em crianças, a resiliência saiu da academia e entrou com louvor para o mundo organizacional quando foi identificada como uma competência: ou seja, era passível de ser desenvolvida em pessoas. Misto de resistência, flexibilidade e capacidade de recuperação, e ainda um pouco mais, a depender dos ingredientes que a descrevem em suas diferentes composições, o termo busca explicar a capacidade de superação presente em indivíduos, grupos e organizações. Os estudiosos dizem que se trata de um fenômeno inerente ao desenvolvimento humano. Mas o fato é que, num mundo em que as adversidades vêm sendo banalizadas, ser resiliente tornou-se quase que uma necessidade, não havendo outra escolha. Apesar disso, ainda são poucos os dicionários que associam resiliência às características humanas; quando o fazem tendem a colocá-la em sentido figurado, como resistência ao choque. Em geral, restringem-se a reproduzir sua definição original que vêm da física, da capacidade que certos materiais têm de voltar ao seu estado normal depois de serem deformados. No ambiente corporativo, ela surgiu envolta em ares de invencibilidade e rapidamente tornou-se primordial e desejada; cobriu todas as nuances necessárias ao profissional do momento, principalmente se levarmos em conta as crescentes pressões exercidas pelos mercados abertos que sofrem todo tipo de intempéries em cenários cada vez mais competitivos. Alguns críticos indicam que a nova competência pode ser uma faca de dois gumes, na medida em que, às vezes, é usada como pretexto para demandar mais do que as pessoas podem entregar com conseqüências penosas para a saúde física e mental. É inevitável observar: assim como materiais distintos apresentam graus diferenciados de elasticidade, os profissionais precisam avaliar seus limites ao stress ou a ambientes hostis, procurando encontrar o ponto interno de equilíbrio, que é quase como impressão digital, cada um tem a sua. Qualquer comportamento em exagero pode ser nocivo como qualquer atitude levada ao extremo. É natural, entretanto, que tenha mais chance de sobreviver aquele que é capaz de enfrentar dificuldades de toda sorte e ainda continuar firme no propósito de levar à frente suas metas de crescimento, demonstrando otimismo e auto-controle. Mas é preciso olhar com cautela para os limites individuais: nem todos desempenham com a mesma desenvoltura a habilidade ou devem fazer esforços desmedidos para desenvolvê-la. Nesse sentido, é importante considerar as suas próprias características, valores, experiência acumulada, tolerância à frustração. Sem dúvida, uma boa investigação da sua performance profissional irá colaborar para aumentar o seu grau de conhecimento e permitir que você passe a se testar com consciência. Resistir ao seu superior, que insiste em dizer que você não é bom chefe porque ouve seus subordinados, pode ser de extrema importância, se você julgar que para atingir os excelentes resultados que vêm obtendo precisa se relacionar bem com a sua equipe. No entanto, cuidado com os clichês do tipo, tem sucesso quem deixa de lado as emoções ou coisas do gênero. Não existem fórmulas para aprender a lidar com a pressão ou aumentar a resistência, apenas processos que auxiliam a reflexão como o Coaching. Explorar a resiliência a seu favor, é estar sempre atento às situações que precisam ser enfrentadas, considerando-se dentro do contexto, ponderando, por exemplo, se os sacrifícios vão compensar em nome de benefícios que possam ser colhidos no futuro. Essas oportunidades, inclusive, podem valer "ouro" em termos de crescimento pessoal e profissional. Resiliência não é deixar de ter emoção, mas estar envolvido a ponto de poder avaliar com tranqüilidade todas as circunstâncias e tomar as decisões certas sem sofrimento; na maioria dos casos, a competência é aperfeiçoada ao longo da vida, naturalmente, durante o processo de amadurecimento; é aquela que irá conferir um toque de leveza às nossas atitudes. (Artigo de Maria Lucia Pettinelli)
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Excelência – o vôo sublime

A águia empurra gentilmente seus filhotes para a beirada do ninho. Seu coração maternal se acelera com as emoções conflitantes, ao mesmo tempo em que ela sente a resistência dos filhotes aos seus persistentes cutucões: “Por que a emoção de voar tem que começar com o medo de cair?”, ela pensou. Esta questão secular ainda não estava respondida para ela....Como manda a tradição da espécie, o ninho estava localizado bem no alto de um pico rochoso, nas fendas protetoras de um dos lados dessa rocha. Abaixo dele, somente o abismo e o ar para sustentar as asas dos filhotes. “E se justamente agora isto não funcionar?”, ela pensou. Apesar do medo, a águia sabia que aquele era o momento. Sua missão maternal estava prestes a se completar. Restava ainda uma tarefa final.... o empurrão. A águia tomou-se da coragem que vinha de sua sabedoria interior. Enquanto os filhotes não descobrirem suas asas, não haverá propósito para sua vida. Enquanto eles não aprenderem a voar, não compreenderão o privilégio que é nascer uma águia. O empurrão era o maior presente que ela podia oferecer-lhes. Era seu supremo ato de amor. E então, um a um, ela os precipitou para o abismo... e eles voaram! Já faz muito tempo que a mediocridade tenta fazer-nos obedecê-la! Já faz muito tempo que damos atenção aos que nos perguntam: “Por que ser diferente?”, ou que racionalizam: “Vamos fazer apenas o mínimo exigido”. Já faz muito tempo que concordamos em dar menos do que o melhor de nós, e ficamos convencidos de que a qualidade, a integridade e a autenticidade são virtudes negociáveis. Assim, cara águia companheira, levante vôo! Quando houver terminado este vôo, terá firmado um compromisso inédito com uma vida de excelência em tudo. Estará tão encorajado que duvido que possa sentir-se satisfeito em viver nas adjacências da mediocridade outra vez. Erga os olhos e mire tão alto que possa começar a fazer aquilo para que foi criado: um vôo sublime.
Há milênios a águia tem sido respeitada pela sua grandeza. Existe algo inspirador na graça impressionante de seu vôo, em sua magnífica envergadura, em suas garras poderosas. Ela plaina sem qualquer esforço em altitudes, insensíveis aos ventos turbulentos que sopram como chicotadas por entre as fendas das montanhas. As águias não voam em bandos e tampouco se conduzem irresponsavelmente. Por serem fortes de coração e solitárias, representam qualidades que admiramos. Certamente você está ciente do fato de o estilo de vida semelhante ao da águia não ser barato. Custa caro ser diferente, especialmente quando a maioria está satisfeita em misturar-se e permanecer como maioria. Não há ímãs na terra mais poderosos, do que a pressão exercida pelos medíocres. Embora todos nós tenhamos apenas uns poucos anos para viver neste pequeno planeta, são raras as pessoas que tomam a decisão de desprezar a “média” e lutar contra a atração forte dos ímãs medíocres. Enfrente o fato – a tarefa é dura! É como diz o velho provérbio “É duro alçar vôo altaneiro, sublime, quando estamos rodeados de tantas galinhas!” (texto de Daniel Carvalho Luz)
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Alquimistas da vida

Não é o que acontece, é como você vê o que acontece
Conta a lenda que os alquimistas da Idade Média eram pessoas capazes de transformar o chumbo em ouro: belo trabalho, se você conseguir! De certo modo, todos nós precisamos ser alquimistas para ver além das aparências superficiais. Nosso desafio cotidiano consiste em enfrentar situações que parecem infelizes – perder o avião, acidentes de carro, divórcios, garçons mal-educados – e transformá-las em intervalos felizes. Isso significa que você deve rezar para quebrar a perna? Não, mas se tal coisa acontecer, trate de encontrar uma oportunidade dentro do “desastre”.
Aí você pergunta: “que bem isso pode me fazer?”... E eu respondo: você passa a viajar no ônibus da vida ao invés de empurrá-lo... À medida que você para de reagir com pavor ante o inesperado, torna-se mais equilibrado e passa para uma posição de poder.
Enquanto você acreditar que alguma coisa em sua vida é um desastre, isso resultará num desastre contínuo.
Digamos que você se divorciou recentemente e imagina que sua vida está arruinada. Enquanto acreditar nisso, será assim. Digamos que você é demitido aos 50 anos e chega à conclusão de que o seu tempo já passou. Enquanto acreditar nisso, assim será.
Ou seja: enquanto a sua atitude for negativa, você não fará nada para melhorar de vida... Enquanto você enxergar somente o desastre, atrairá mais desastres... Os acontecimentos se darão conforme as suas expectativas. Mas, no minuto que você mudar de crença sobre a situação, seus pensamentos diferentes atrairão pessoas diferentes e novas oportunidades...
A vida deve ser divertida! Os pássaros acordam todos os dias cantando. Os bebês riem sem nenhum motivo. Observe os golfinhos, os cachorros... quem disse que a vida não tem graça? O universo é brincalhão. Se você herdou a idéia de que a vida não foi feita para ser divertida, compreenda o que isso significa: é apenas uma crença da qual você pode descrer.
Em poucas palavras: os “desastres” da vida não são propriamente desastres, são situações que esperam que você mude de atitude.
(texto de Andrew Matthews no livro "Siga seu coração")
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Entropia. Você sabe o que quer dizer essa palavra?
"Entropia designa a tendência generalizada de todos os sistemas do universo, sejam eles naturais ou feitos pelo homem, de deteriorar-se. O corpo humano passa por um processo de entropia: vai envelhecendo e um dia morre. O automóvel também. Vai ficando velho, desgastando as peças e um dia vira sucata. O sol é assim. Vai queimando aos poucos, consumindo-se e um dia apagará. Essa camisa que você tá usando. Essa rua por onde anda. A casa onde mora. A lâmpada que lhe dá luz... Tudo isso um dia acabará, por um processo natural de entropia, de desgaste, é inevitável.
A única coisa que podemos fazer, com essa questão da entropia, é tentar controlar a velocidade com que esse processo acontece. É na manutenção bem feita que está o segredo para retardar o processo de entropia que um dia nos levará ao fim. A manutenção de um avião, por exemplo, que faz com que ele voe 30, 40, 50 anos. Você, cuidando da alimentação e praticando exercícios físicos, retarda o envelhecimento. Limpar o chão, pintar a parede periodicamente, trocar as telhas quebradas, prolonga a vida da casa. E sabe qual é o segredo que há por trás do segredo? É a existência de instrumentos que nos mostrem quando um processo de entropia está atingindo índices perigosos. A luz tem que acender. A sirene tem de tocar. E assim a equipe de manutenção é acionada e as providências necessárias para reduzir a velocidade da deterioração, são executadas.
Mas...Encontrar e consertar uma goteira é fácil. O bicho pega quando o problema é social. Moral. Ético. Quando um desvio de conduta passa a ser considerado “normalzinho”. Nesses casos, os instrumentos capazes de acionar o alarme não são máquinas, são pessoas.
Gente treinada para perceber quando os índices de deterioração da sociedade atingem níveis perigosos. Gente com coragem para apertar o botão de alarme acionando a equipe de manutenção. E quem são essas pessoas, hein? Onde é que estão? Que ocupação elas têm?" ( Texto de Luciano Pires)
A única coisa que podemos fazer, com essa questão da entropia, é tentar controlar a velocidade com que esse processo acontece. É na manutenção bem feita que está o segredo para retardar o processo de entropia que um dia nos levará ao fim. A manutenção de um avião, por exemplo, que faz com que ele voe 30, 40, 50 anos. Você, cuidando da alimentação e praticando exercícios físicos, retarda o envelhecimento. Limpar o chão, pintar a parede periodicamente, trocar as telhas quebradas, prolonga a vida da casa. E sabe qual é o segredo que há por trás do segredo? É a existência de instrumentos que nos mostrem quando um processo de entropia está atingindo índices perigosos. A luz tem que acender. A sirene tem de tocar. E assim a equipe de manutenção é acionada e as providências necessárias para reduzir a velocidade da deterioração, são executadas.
Mas...Encontrar e consertar uma goteira é fácil. O bicho pega quando o problema é social. Moral. Ético. Quando um desvio de conduta passa a ser considerado “normalzinho”. Nesses casos, os instrumentos capazes de acionar o alarme não são máquinas, são pessoas.
Gente treinada para perceber quando os índices de deterioração da sociedade atingem níveis perigosos. Gente com coragem para apertar o botão de alarme acionando a equipe de manutenção. E quem são essas pessoas, hein? Onde é que estão? Que ocupação elas têm?" ( Texto de Luciano Pires)
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Atitude ecológica !

Uma menina de 11 anos conseguiu levantar US$ 200 mil (o equivalente a R$ 320 mil) em um ano com a venda de desenhos e pinturas de aves para a recuperação do golfo do México após o vazamento de petróleo na região, em 2010, considerado o pior desastre ambiental da história dos Estados Unidos. Olivia Bouler, do Estado de Nova York, escreveu para a ONG de preservação ambiental Audubon Society perguntando se podia ajudar. Por se considerar uma boa desenhista e se interessar por pássaros, ela sugeriu vender pinturas de pássaros e doar o lucro para a organização. A carta foi enviada com um desenho de um Cardeal Vermelho, um pássaro que pode ser visto perto de onde a menina mora. Olivia, que quer ser ornitologista (bióloga especializada em aves), sabia que aves como o pelicano sofreriam muito durante o período de aninhamento após o vazamento, então decidiu fazer algo. A resposta foi muito maior do que a menina esperava mais de 30 mil pessoas "curtiram" a página de Olivia no Facebook. Após enviar desenhos a todos que fizessem doações pela causa, Olivia publicou um livro sobre pássaros ("Olivia's Bird: Saving the Gulf") ilustrado com seus desenhos e pinturas. Parte dos lucros será doada para a Audubon Society.
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Ecologia
sábado, 4 de junho de 2011
Recarregando a bateria humana !!!
Comemorando o 15º Aniversário do Primeiro Programa, palestrantes muito especiais enriqueceram o dia de hoje com idéias nutritivas sobre diversos temas.
Marcia Fernandes com anfitrião e apresentador Irineu Toledo que em breve lança seu livro e audiobook. Imperdível !!!
"Emocione-se...Está no ar uma nova manhã de um novo dia. Viva tudo intensamente".
Irineu toledo
Com Daniel Carvalho Luz, que com os temas desenvolvidos em seus livros Insight e Fênix, já inspirou muitas pessoas.
"Assuma responsabilidade por tudo em sua vida, faça um compromisso de mudar hoje. Trocar as desculpas pela excelência abre as portas para as demais trocas positivas que você precisa fazer para ser bem-sucedido". Daniel C. Luz
Marcia Fernandes com Augusto Cury, autor de diversos livros, em suas palavras discorre sobre a alma, psique, pensamentos e intelecto.
"A vida é um grande espetáculo. Só não consegue homenageá-la quem nunca penetrou dentro de seu próprio ser e perceber como é fantástica a construção da sua inteligência"
Augusto Cury
E ainda Jose L Tejon, Luciano Pires e Jose Gasallia apresentaram conferências motivadoras.
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domingo, 29 de maio de 2011
II Encontro da ECS da Universidade Anhembi Morumbi
A psicóloga Sylvia Sabatto apresentou a vivência Psicodrama com Máscaras
Boas Práticas em Aromaterapia - Palestra ministrada pela Profa Marcia Fernandes em dois períodos contou com a expertise em SPAs da Naturóloga Marcelle Machado.
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sexta-feira, 27 de maio de 2011
A Pedra
O distraído nela tropeçou...
O bruto a usou como projétil.
O empreendedor, usando-a, construiu.
O camponês, cansado da lida, dela fez assento.
Para os meninos, foi brinquedo.
Drummond a poetizou.
Já David matou Golias e,
Michelângelo extraiu-lhe a mais bela escultura...
E em todos esses casos, a diferença não esteve na pedra, mas no homem!
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Cultura
quarta-feira, 25 de maio de 2011
Você já validou hoje?
O poder da validação
Todo mundo é inseguro, sem exceção. Os super-confiantes simplesmente disfarçam melhor. Não escapam pais, professores, chefes nem colegas de trabalho.
Afinal, ninguém é de ferro. Paulo Autran treme nas bases nos primeiros minutos de cada apresentação, mesmo que a peça que já tenha sido encenada 500 vezes. Só depois da primeira risada, da primeira reação do público, é que o ator se relaxa e parte tranqüilo para o resto do espetáculo. Eu, para ser absolutamente sincero, fico inseguro a cada novo artigo que escrevo, e corro desesperado para ver os primeiros e-mails que chegam.
Insegurança é o problema humano número 1. O mundo seria muito menos neurótico, louco e agitado se fôssemos todos um pouco menos inseguros. Trabalharíamos menos, curtiríamos mais a vida, levaríamos a vida mais na esportiva. Mas como reduzir esta insegurança?
Alguns acreditam que estudando mais, ganhando mais, trabalhando mais resolveriam o problema. Ledo engano, por uma simples razão: segurança não depende da gente, depende dos outros. Está totalmente fora do nosso controle. Por isso segurança nunca é conquistada definitivamente, ela é sempre temporária, efêmera.
Segurança depende de um processo que chamo de "validação", embora para os estatísticos o significado seja outro. Validação estatística significa certificar-se de que um dado ou informação é verdadeiro, mas eu uso esse termo para seres humanos. Validar alguém seria confirmar que essa pessoa existe, que ela é real, verdadeira, que ela tem valor.
Todos nós precisamos ser validados pelos outros, constantemente. Alguém tem de dizer que você é bonito ou bonita, por mais bonito ou bonita que você seja. O autoconhecimento, tão decantado por filósofos, não resolve o problema. Ninguém pode autovalidar-se, por definição.
Você sempre será um ninguém, a não ser que outros o validem como alguém. Validar o outro significa confirmá-lo, como dizer: "Você tem significado para mim". Validar é o que um namorado ou namorada faz quando lhe diz: "Gosto de você pelo que você é". Quem cunhou a frase "Por trás de um grande homem existe uma grande mulher" (e vice-versa) provavelmente estava pensando nesse poder de validação que só uma companheira amorosa e presente no dia-a-dia poderá dar.
Um simples olhar, um sorriso, um singelo elogio são suficientes para você validar todo mundo. Estamos tão preocupados com a nossa própria insegurança, que não temos tempo para sair validando os outros. Estamos tão preocupados em mostrar que somos o "máximo", que esquecemos de dizer aos nossos amigos, filhos e cônjuges que o "máximo" são eles. Puxamos o saco de quem não gostamos, esquecemos de validar aqueles que admiramos.
Por falta de validação, criamos um mundo consumista, onde se valoriza o ter e não o ser. Por falta de validação, criamos um mundo onde todos querem mostrar-se, ou dominar os outros em busca de poder.
Validação permite que pessoas sejam aceitas pelo que realmente são, e não pelo que gostaríamos que fossem. Mas, justamente graças à validação, elas começarão a acreditar em si mesmas e crescerão para ser o que queremos.
Se quisermos tornar o mundo menos inseguro e melhor, precisaremos treinar e exercitar uma nova competência: validar alguém todo dia. Um elogio certo, um sorriso, os parabéns na hora certa, uma salva de palmas, um beijo, um dedão para cima, um "valeu, cara, valeu".
Você já validou alguém hoje? Então comece já, por mais inseguro que você esteja.
(Artigo de Stephen Kanitz, publicado na Revista Veja)
Todo mundo é inseguro, sem exceção. Os super-confiantes simplesmente disfarçam melhor. Não escapam pais, professores, chefes nem colegas de trabalho.
Afinal, ninguém é de ferro. Paulo Autran treme nas bases nos primeiros minutos de cada apresentação, mesmo que a peça que já tenha sido encenada 500 vezes. Só depois da primeira risada, da primeira reação do público, é que o ator se relaxa e parte tranqüilo para o resto do espetáculo. Eu, para ser absolutamente sincero, fico inseguro a cada novo artigo que escrevo, e corro desesperado para ver os primeiros e-mails que chegam.
Insegurança é o problema humano número 1. O mundo seria muito menos neurótico, louco e agitado se fôssemos todos um pouco menos inseguros. Trabalharíamos menos, curtiríamos mais a vida, levaríamos a vida mais na esportiva. Mas como reduzir esta insegurança?
Alguns acreditam que estudando mais, ganhando mais, trabalhando mais resolveriam o problema. Ledo engano, por uma simples razão: segurança não depende da gente, depende dos outros. Está totalmente fora do nosso controle. Por isso segurança nunca é conquistada definitivamente, ela é sempre temporária, efêmera.
Segurança depende de um processo que chamo de "validação", embora para os estatísticos o significado seja outro. Validação estatística significa certificar-se de que um dado ou informação é verdadeiro, mas eu uso esse termo para seres humanos. Validar alguém seria confirmar que essa pessoa existe, que ela é real, verdadeira, que ela tem valor.
Todos nós precisamos ser validados pelos outros, constantemente. Alguém tem de dizer que você é bonito ou bonita, por mais bonito ou bonita que você seja. O autoconhecimento, tão decantado por filósofos, não resolve o problema. Ninguém pode autovalidar-se, por definição.
Você sempre será um ninguém, a não ser que outros o validem como alguém. Validar o outro significa confirmá-lo, como dizer: "Você tem significado para mim". Validar é o que um namorado ou namorada faz quando lhe diz: "Gosto de você pelo que você é". Quem cunhou a frase "Por trás de um grande homem existe uma grande mulher" (e vice-versa) provavelmente estava pensando nesse poder de validação que só uma companheira amorosa e presente no dia-a-dia poderá dar.
Um simples olhar, um sorriso, um singelo elogio são suficientes para você validar todo mundo. Estamos tão preocupados com a nossa própria insegurança, que não temos tempo para sair validando os outros. Estamos tão preocupados em mostrar que somos o "máximo", que esquecemos de dizer aos nossos amigos, filhos e cônjuges que o "máximo" são eles. Puxamos o saco de quem não gostamos, esquecemos de validar aqueles que admiramos.
Por falta de validação, criamos um mundo consumista, onde se valoriza o ter e não o ser. Por falta de validação, criamos um mundo onde todos querem mostrar-se, ou dominar os outros em busca de poder.
Validação permite que pessoas sejam aceitas pelo que realmente são, e não pelo que gostaríamos que fossem. Mas, justamente graças à validação, elas começarão a acreditar em si mesmas e crescerão para ser o que queremos.
Se quisermos tornar o mundo menos inseguro e melhor, precisaremos treinar e exercitar uma nova competência: validar alguém todo dia. Um elogio certo, um sorriso, os parabéns na hora certa, uma salva de palmas, um beijo, um dedão para cima, um "valeu, cara, valeu".
Você já validou alguém hoje? Então comece já, por mais inseguro que você esteja.
(Artigo de Stephen Kanitz, publicado na Revista Veja)
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sexta-feira, 20 de maio de 2011
Sonhos e realizações !!!
"Quando o castelo da Cinderela foi inaugurado em Orlando, na Florida, o seu idealizador: Walt Disney, já havia falecido. Naquele dia, um repórter se aproximou do seu irmão, Roy Disney, e afirmou:"Que pena, Roy, agora que o Castelo está pronto, o seu irmão não viu.” E Roy nos deixou um legado nesse momento, ele respondeu:
"Você está enganado, o meu irmão, foi o primeiro a ver esse Castelo, antes do que eu, do que você, do que todos nós!”
O que você sonha e deseja realizar na vida toma forma dentro de você antes mesmo de realizar concretamente, portanto se você acredita, já há uma boa chance de se realizar !!
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quinta-feira, 19 de maio de 2011
Lua cheia de Buddha

Nas últimas madrugadas, terça para quarta e quarta para quinta feira, a lua despontou absolutamente luminosa no céu. Seu radiante brilho tem um significado especial: "A Lua cheia de maio é um momento de celebração espiritual especial na Índia, seja para yogues ou budistas. Wesak ou Buda Purnima ou Vaishak Suddha Purnima é considerado uma das datas mais importantes do ano para yogues e budistas, que comemoram anualmente no dia mais luminoso da Lua Cheia de maio o Nascimento, Iluminação e Nirvana do Buda (entre budistas) e o encontro de grandes rishis e mestres da chamada Grande Fraternidade Branca, concentrados na figura de Sri Narayana (o “topo hierárquico” dos mestres espirituais yogues) nos bosques dos Himalaias, na Índia. Este ano, o Vesaka ou Vaishak Suddha Purnima (os nomes são parecidos porque um é do Pali e o outro do Sânscrito) será celebrado na terça-feira, dia 17 de maio, e tanto budistas realizam cerimônias leves para aproveitar a energia do dia.
Na celebração do Wesak, o nascimento e iluminação do Buda, “os devotos podem trazer ofertas simples como flores, velas e incensos para colocar aos pés de seu mestre. Essas ofertas simbólicas são para lembrar os seguidores que assim como as lindas flores se vão depois de um tempo e as velas e os incensos se apagam, também a vida é sujeita à decadência e destruição” (Wikipedia).
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terça-feira, 17 de maio de 2011
Experiência realizada pelo jornalista André Trigueiro sobre as condições ambientais da vida em São Paulo

Conheça os resultados finais da experiência científica que mediu os impactos da poluição de São Paulo sobre o jornalista André Trigueiro. Durante seis horas ele foi constantemente monitorado pela equipe de especialistas coordenada pelo Dr. Paulo Saldiva (USP). Sofisticados aparelhos registraram a pressão arterial, freqüência cardíaca, inalação de poluentes, exposição a ruído, umidade e temperatura. Os resultados são impressionantes! Resultados mostram que o paulistano perde me média 2 anos de vida vivendo aqui....Confira a pesquisa no link: http://g1.globo.com/platb/files/336/theme/Relatório%20Cidades%20e%20Soluções.pdf
sexta-feira, 29 de abril de 2011
De 9 a 11 de maio, a Universidade Anhembi Morumbi promove o II Encontro da Escola das Ciências da Saúde. Marcia Fernandes participará das palestras: Boas Práticas em Aromaterapia em SPAs e Danças Circulares dos Florais de Bach junto com a naturóloga Vivian Malva. Acesse o site e faça sua inscrição: http://www.anhembi.br/
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terça-feira, 26 de abril de 2011
O que você faz?
O que você deseja, onde quer chegar, como vai chegar e o que fazer quando chegar.
Quem você tem sido, o que tem feito, o que vai fazer, onde está.
Quanto falta para atingir seu objetivo.
Se você tem uma resposta fácil para estas questões, parabéns!
Se você não tem boas respostas e está cheio de dúvidas, que tal fechar para balanço ?
Às vezes, é preciso olhar a sua volta e começar a se organizar internamente .
Já dizia o filósofo Seneca “ Não existe vento favorável para quem não sabe o porto onde quer chegar”.
Atualize seu projeto, reveja seus planos e mãos a obra.
Lembre-se que tudo o que faz ou deixa de fazer compõe sua história.
É você quem escreve.
Irineu Toledo
Quem você tem sido, o que tem feito, o que vai fazer, onde está.
Quanto falta para atingir seu objetivo.
Se você tem uma resposta fácil para estas questões, parabéns!
Se você não tem boas respostas e está cheio de dúvidas, que tal fechar para balanço ?
Às vezes, é preciso olhar a sua volta e começar a se organizar internamente .
Já dizia o filósofo Seneca “ Não existe vento favorável para quem não sabe o porto onde quer chegar”.
Atualize seu projeto, reveja seus planos e mãos a obra.
Lembre-se que tudo o que faz ou deixa de fazer compõe sua história.
É você quem escreve.
Irineu Toledo
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Comunicação empática
"Suponha o seguinte: você tem um problema na vista e decide ir ao oculista para resolvê-lo. Depois de ouvir rapidamente o seu problema, o médico tira os óculos que ele usa e os entrega a você dizendo:
- Use estes óculos. Tenho eles há 10 anos e me ajudaram muito; tenho outro par em casa, por isso pode ficar com estes.
Você experimenta, mas os óculos só pioram seu problema. Você reclama que está horrível, que não consegue ver nada, e o médico responde:
- Mas o que há de errado? Para mim estão ótimos. Tente de novo.
Você tenta outra vez, continua vendo tudo embaçado, reclama com o oculista que conclui:
- Sabe qual é o seu problema? Pensar positivamente!
Ao que você responde:
- Está bem. Positivamente, não enxergo nada!
E o médico retruca:
- Você é ingrato! Depois de tudo que fiz por você...
Aí eu pergunto: diante de uma situação dessas, quais são as chances de voltar no mesmo oculista?... Nenhuma, imagino; afinal não dá pra ter confiança em alguém que receita sem um diagnóstico.
Mas, em termos de comunicação, quantas vezes diagnosticamos antes de prescrever? Quantas vezes agimos exatamente igual ao oculista do exemplo?
Todos nós temos uma tendência forte de atropelar os sentimentos das pessoas, de correr para resolver as coisas através de conselhos. Mas, com freqüência deixamos de reservar algum tempo para o diagnóstico, para tentar compreender verdadeira e profundamente o problema, antes de mais nada. Ou seja, na tentativa de ajudar, oferecemos a primeira solução que nos vem à cabeça, sem nos importarmos se ela cabe ou não naquele problema.
Se eu fosse resumir em uma frase o princípio isolado mais importante que aprendi no campo das relações interpessoais, diria o seguinte: procure primeiro compreender, depois ser compreendido. Este princípio é a chave para a comunicação interpessoal".
(por Stephen R. Covey - "Os 7 hábitos das pessoas altamente eficazes")
- Use estes óculos. Tenho eles há 10 anos e me ajudaram muito; tenho outro par em casa, por isso pode ficar com estes.
Você experimenta, mas os óculos só pioram seu problema. Você reclama que está horrível, que não consegue ver nada, e o médico responde:
- Mas o que há de errado? Para mim estão ótimos. Tente de novo.
Você tenta outra vez, continua vendo tudo embaçado, reclama com o oculista que conclui:
- Sabe qual é o seu problema? Pensar positivamente!
Ao que você responde:
- Está bem. Positivamente, não enxergo nada!
E o médico retruca:
- Você é ingrato! Depois de tudo que fiz por você...
Aí eu pergunto: diante de uma situação dessas, quais são as chances de voltar no mesmo oculista?... Nenhuma, imagino; afinal não dá pra ter confiança em alguém que receita sem um diagnóstico.
Mas, em termos de comunicação, quantas vezes diagnosticamos antes de prescrever? Quantas vezes agimos exatamente igual ao oculista do exemplo?
Todos nós temos uma tendência forte de atropelar os sentimentos das pessoas, de correr para resolver as coisas através de conselhos. Mas, com freqüência deixamos de reservar algum tempo para o diagnóstico, para tentar compreender verdadeira e profundamente o problema, antes de mais nada. Ou seja, na tentativa de ajudar, oferecemos a primeira solução que nos vem à cabeça, sem nos importarmos se ela cabe ou não naquele problema.
Se eu fosse resumir em uma frase o princípio isolado mais importante que aprendi no campo das relações interpessoais, diria o seguinte: procure primeiro compreender, depois ser compreendido. Este princípio é a chave para a comunicação interpessoal".
(por Stephen R. Covey - "Os 7 hábitos das pessoas altamente eficazes")
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Sequoia ou Bonsai ?

'''Ter que''' é uma opção...
(...)Todos nós temos escolhas, mais escolhas do que nos permitimos ver.
Podemos sentir-nos presos em nossos relacionamentos, nossos empregos, nossa vida. Podemos estar trancados em nossos comportamentos quando nos ouvimos dizendo: “Tenho que...”. “Tenho que comportar-me assim, pensar assim, sentir assim...”, podemos ter certeza de que estamos escolhendo não ver as escolhas.
A sensação de estar presos é uma ilusão. Você não é controlado por circunstâncias, por seu passado, pelas expectativas não saudáveis. Você pode escolher o que é bom para você, sem culpa. Você tem opções. (...) Quem está consciente de que possui poder de decisão – que exerce o controle sobre o que lhe acontece – pode escolher respostas mais eficazes para as mudanças e para o que a vida lhe oferece.
(...)
Preste atenção nesta história:
Os japoneses cultivam uma delicada e pequena árvore, tão pequena que sua altura não passa de uns poucos centímetros. Eles a chamam de Bonsai.
Na Califórnia encontramos um bosque de árvores gigantes chamadas secóias. Uma dessas gigantes foi batizada de general Sherman. Esta magnífica árvore, que atinge a surpreendente altura de 82 metros e sua circunferência é de 23,7 metros, é tão grande que seria possível produzir madeira suficiente para construir 35 casas de cinco dependências.
Houve um tempo em que o bonsai e o general Sherman mediam o mesmo. Quando eram sementes, cada uma pesava menos de 0,01 grama. Ao chegar à maturidade, a diferença em tamanho era considerável; e esta diferença nos ensina algo.
Quando a ponta da árvore Bonsai rompeu a camada de terra, os japoneses a desenterraram e amarraram sua raiz principal e algumas das raízes de alimentação, o que conseqüentemente impediu seu crescimento. O resultado é uma miniatura, muito bonita é verdade, mas ainda assim, uma miniatura.
A semente do general Sherman caiu em uma terra rica da Califórnia e se alimentou de minerais, da chuva e da luz do sol. O resultado foi uma árvore gigantesca.
Tanto o Bonsai quanto o general Sherman não puderam escolher seus destinos. Mas você sim. Pode ser tão grande ou tão pequeno como desejar ser. Pode ser um Bonsai ou general Sherman.
Você escolhe. (Texto adaptado do livro Fênix De Daniel Carvalho Luz)
Podemos sentir-nos presos em nossos relacionamentos, nossos empregos, nossa vida. Podemos estar trancados em nossos comportamentos quando nos ouvimos dizendo: “Tenho que...”. “Tenho que comportar-me assim, pensar assim, sentir assim...”, podemos ter certeza de que estamos escolhendo não ver as escolhas.
A sensação de estar presos é uma ilusão. Você não é controlado por circunstâncias, por seu passado, pelas expectativas não saudáveis. Você pode escolher o que é bom para você, sem culpa. Você tem opções. (...) Quem está consciente de que possui poder de decisão – que exerce o controle sobre o que lhe acontece – pode escolher respostas mais eficazes para as mudanças e para o que a vida lhe oferece.
(...)

Preste atenção nesta história:
Os japoneses cultivam uma delicada e pequena árvore, tão pequena que sua altura não passa de uns poucos centímetros. Eles a chamam de Bonsai.
Na Califórnia encontramos um bosque de árvores gigantes chamadas secóias. Uma dessas gigantes foi batizada de general Sherman. Esta magnífica árvore, que atinge a surpreendente altura de 82 metros e sua circunferência é de 23,7 metros, é tão grande que seria possível produzir madeira suficiente para construir 35 casas de cinco dependências.
Houve um tempo em que o bonsai e o general Sherman mediam o mesmo. Quando eram sementes, cada uma pesava menos de 0,01 grama. Ao chegar à maturidade, a diferença em tamanho era considerável; e esta diferença nos ensina algo.
Quando a ponta da árvore Bonsai rompeu a camada de terra, os japoneses a desenterraram e amarraram sua raiz principal e algumas das raízes de alimentação, o que conseqüentemente impediu seu crescimento. O resultado é uma miniatura, muito bonita é verdade, mas ainda assim, uma miniatura.
A semente do general Sherman caiu em uma terra rica da Califórnia e se alimentou de minerais, da chuva e da luz do sol. O resultado foi uma árvore gigantesca.
Tanto o Bonsai quanto o general Sherman não puderam escolher seus destinos. Mas você sim. Pode ser tão grande ou tão pequeno como desejar ser. Pode ser um Bonsai ou general Sherman.
Você escolhe. (Texto adaptado do livro Fênix De Daniel Carvalho Luz)
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terça-feira, 5 de abril de 2011
segunda-feira, 4 de abril de 2011
Serenidade
A serenidade real não é tão visível na face de alguém como em seus olhos. Você sabe, ninguém consegue evitar de ser sacudido de vez em quando. Mas, quando for provocado, não se abale; mantenha-se firme, mergulhe fundo dentro de você e toque a sua força – agindo assim, você mantêm a serenidade. Lembre-se: quando uma crítica maldosa, um problema difícil ou um desafio aparecem, só a superfície fica agitada, o seu interior se mantêm intacto. É como uma pedra jogada na água; ela produz marolas mas não provoca nenhum movimento no fundo do lago. (Brahma Kumaris)
sábado, 5 de março de 2011
Colin Firth ganha Oscar 2011 como melhor ator
Uma carreira invejável com papéis sempre intensos e que ainda assim permitem a gentil presença de Colin Firth com sua performance britânicamente perfeita !Oscar 2011 pelo trabalho realizado em "O discurso do Rei"
Conheça alguns dos personagens interpretados por Colin Firth:
O discurso do rei
Mamma Mia
Mr Darcy in Orgulho e Preconceito - Mini série apresentado pela BBC - romance de Jane Austin
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Cultura
terça-feira, 11 de janeiro de 2011
sábado, 1 de janeiro de 2011
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